É notório que a relação existente entre alunos e professores é determinante na formação profissional dos mesmos. E é por isso que os corpos docente e discente do Curso de Jornalismo, das Faculdades Integradas de Patos, prezam por uma maior aproximação e acreditam que esta seja a melhor forma de trabalhar e preparar seus futuros profissionais. “É de fundamental importância a questão do diálogo, e da abertura, de um entrelaçamento que existe de idéias. Torna-se muito mais prático e fácil o aluno aprender o que vem a ser o trabalho jornalístico dentro de um espaço que se comporte assim, e é o que vemos acontecer aqui no nosso curso. O que acontece é uma relação simbiótica, onde os dois lados se beneficiam, e é extremamente favorável para o pleno exercício da profissão do comunicador social”, falou a professora Aristéia Candeia.
Diferentemente de outrora, hoje, o professor tem o papel de facilitador. A aula, ao invés de ser uma palestra, onde quem domina o discurso é o próprio professor, acontecem discussões, diálogos. “É através do conhecimento do professor que o aluno vai aprendendo, se desenvolvendo na academia e vai, também, fazendo seus primeiros ensaios para o mercado de trabalho. A figura do professor na sala de aula torna-se indispensável para essa formação”, afirmou a aluna do 6º período, Joseany Freitas.
Outro ponto a ser destacado diz respeito à qualificação dos professores. Quanto mais preparado estiver o corpo docente, melhor desempenho terá o alunado tanto na academia, como no mercado de trabalho. “Grande maioria de nossos professores atua na área jornalística, contudo, eles detêm as ferramentas necessárias para que nós, enquanto estudantes de jornalismo possamos apreender, tanto as teorias quanto as técnicas”, disse o aluno de 5º período, Igor Nóbrega.
Ainda de acordo com Igor, esta ligação entre aluno e professor pode render ao discente possíveis aberturas para campo de trabalho, no entanto, tudo depende da capacidade e da desenvoltura do aluno na academia. “È claro que indicações acontecem, entretanto, é imprescindível que o aluno se destaque para que possa ser visto dentre os demais. Sua dedicação, seu esforço contam muito na hora de ingressar na área jornalística escolhida”, conclui.
Kamyla Lopes
Diferentemente de outrora, hoje, o professor tem o papel de facilitador. A aula, ao invés de ser uma palestra, onde quem domina o discurso é o próprio professor, acontecem discussões, diálogos. “É através do conhecimento do professor que o aluno vai aprendendo, se desenvolvendo na academia e vai, também, fazendo seus primeiros ensaios para o mercado de trabalho. A figura do professor na sala de aula torna-se indispensável para essa formação”, afirmou a aluna do 6º período, Joseany Freitas.
Outro ponto a ser destacado diz respeito à qualificação dos professores. Quanto mais preparado estiver o corpo docente, melhor desempenho terá o alunado tanto na academia, como no mercado de trabalho. “Grande maioria de nossos professores atua na área jornalística, contudo, eles detêm as ferramentas necessárias para que nós, enquanto estudantes de jornalismo possamos apreender, tanto as teorias quanto as técnicas”, disse o aluno de 5º período, Igor Nóbrega.
Ainda de acordo com Igor, esta ligação entre aluno e professor pode render ao discente possíveis aberturas para campo de trabalho, no entanto, tudo depende da capacidade e da desenvoltura do aluno na academia. “È claro que indicações acontecem, entretanto, é imprescindível que o aluno se destaque para que possa ser visto dentre os demais. Sua dedicação, seu esforço contam muito na hora de ingressar na área jornalística escolhida”, conclui.
Kamyla Lopes

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